Charutos
 
artigos > mendendez amerino
   

Menendez Amerino

Especializada em charutos feitos à mão, a marca produz os brasileiros Dona Flor, Alonso Menendez e Aquarius

Fundada em 1977, a Menendez Amerino é resultado da união do empresário baiano Mário Amerino da Silva Portugal com a família Menendez, antiga fabricante dos charutos Montecristo e H. Upmann em Cuba. 

Em 1960, com a queda de Fulgêncio Batista e a estatização da economia cubana, a família Menendez partiu para as Ilhas Canárias, na Espanha. A intenção era produzir charutos com a mesma qualidade dos feitos em Cuba. 

Criaram então, a Companhia Insular Tabacalera e passaram a procurar por fumos que tivessem a mesma qualidade dos plantados em Cuba. 

Descobriram os fumos cultivados no Recôncavo Baiano pela família Amerino Portugal e passaram a ser seus compradores. 

Finalmente, em novembro de 1977, foi criada a Menendez Amerino, especializada em premium cigar, também chamados hand made cigar, e produtora de algumas das melhores marcas brasileiras, como Dona Flor, Alonso Menendez e das cigarrilhas St. James.

 

Félix Menendez
Revista Flash - Maio/2004

Cigarrilhas Dona Flôr
Revista VIP - Junho/2004

 

Félix Menendez, um cubano na Bahia.

Félix, cubano, cuida com carinho e dedicação, da fábrica de São Gonçalo dos Campos.

Os charutos baianos sempre tiveram uma excelente reputação de qualidade no Brasil e em outros países. Uma das marcas nacionais que vem ganhando cada vez mais destaque atualmente é o Dona Flor, produzida pela Menendez & Amerino em São Gonçalo dos Campos. Fruto de uma união de Mario Amerino Portugal que desde os 18 anos trabalha com fumo tendo herdado a fábrica do pai, a Amerino Portugal S.A. e Félix Menendez que fabricava os charutos Montecristo e H.Upmann em Cuba.
Félix, cubano, 55 anos de idade e 23 de São Gonçalo é o homem que toca a fábrica. Acolhedor e gentil por natureza tem prazer em falar sobre o que mais gosta na vida, charutos. Seu envolvimento com o mercado começou logo cedo aos 12 anos, quando durante as férias escolares em Havana - Cuba costumava freqüentar as fábricas de charutos. Seu pai Alonso Menéndez Garcia era sócio da Menéndez Garcia & Cia Ltda., que era dona e produtora dos charutos Montecristo, H.Upmann e Por Larrañaga S/A . Quando Fidel Castro tomou o poder em 1959 iniciou-se um longo processo de estatização de todas companhias privadas da ilha e as fábricas de charutos não ficaram de fora. Sem receber nada, os proprietários tiveram que procurar outros trabalhos fora de Cuba. A família Menéndez seguiu para as Ilhas Canárias - Espanha, terra de onde originariamente seguiram os primeiros enroladores de charutos para Cuba. Trabalhando na Cia. Insular Tabacalera S/A, Félix teve seu primeiro contato com o tabaco brasileiro em 1961, quando a empresa passou a ser compradora do fumo produzido na Bahia. Da convivência com Mário Portugal surgiu o convite para que em 1977 fosse criada a empresa Menendez & Amerino.
Um dos primeiros produtos a serem produzidos foram os charutos El Patio, referência à parte interna das casas espanholas, com três formatos El Patio No.1 (16,5 cm de comprimento x 1,66 cm de diâmetro), El Pátio No.2 (14,1 cm de comprimento x 1,66 cm de diâmetro) e o El Patio No.3 (13,0 cm de comprimento x 1,66 cm de diâmetro). Logo em seguida surgiram o El Pátio Cetros (Corona Gorda), Opus (Churchill), Old Bahia (Robusto) e No.4 (Corona).

A linha de charutos continuou crescendo com a entrada do Alonso Menendez e Dona Flor, que atualmente é o principal produto da empresa. Sempre fumando um de seus charutos preferidos o Alonso Robusto Mata Fina (capa escura), Félix segue preocupado com o aperfeiçoamento da mão de obra e melhoria constante no beneficiamento do fumo. Recentemente foi lançada uma nova linha de cigarrilhas, Gabriela que veio a se juntar a Saint James e está fazendo um enorme sucesso entre os apreciadores. Em breve a empresa estará lançando mais uma linha de charutos com um novo blend. Com tanto trabalho pela frente Félix talvez tenha que diminuir seus cinco charutos diários, mas é por uma boa causa.

 

Alonso Menendez

Menendez passou a negociar com Mario Portugal, comprando deste a matéria-prima. Alonso Menendez morreu em 1965 e Benjamim assumiu a liderança dos negócios, apoiado diretamente por Félix. A constante busca por fumos de qualidade e condições ideais para produção de harutos premium fez com que em 1976 Benjamim aceitasse o convite de Mário Portugal e se transferisse com a família e uma equipe de técnicos cubanos para a Bahia. Eles trouxeram sementes, utensílios e uma tradição secular na produção de charutos.

Treinaram mão-de-obra local (na maioria feminina) e logo no ano seguinte já iniciavam os  embarques para os Estados Unidos. Fundou-se assim, em 22 de abril de 1977, a Menendez Amerino Ltda.

As primeiras marcas lançadas foram:

El Pátio (1978);
Amerino (1979);
Alonso Menendez (1980).

Os charutos da Menendez & Amerino são totalmente artesanais, do plantio à fabricação das embalagens de madeira, a empresa controla todos os estágios de produção.

O sistema de cultivo de fumos em folhas e capas é feito através de parcerias com municípios e com agricultores que produzem com exclusividade para a empresa, que fornece assistência técnica, insumos e tecnologia para seus parceiros.


Aquarius: Charutos do século XXI, as novas jóias da Menendez & Amerino

A maior fabricante de charutos do país, a menendez & Amerino, apresentou ao mercado na semana passada seu mais novo produto; o Aquarius - Século XXI. Desenvolvido pra atender às exigências dos consumidores de todos o mundo, trata-se de um charuto premium, feito à mão, elaborado a partir de uma primorosa mistura de fumos baianos de alta qualidade.

Arturo Toraño, cubano que há 20 anos trabalha no aperfeiçoamento dos charutos Menendez & Amerino, cuidou pessoalmente de todas as etapas da fermentação desse produto. O novo charuto terá capote e filler elaborado com fumo da região Mata Fina e sua capa contará com duas versões: Sumatra e Mata Fina.

Aquarius - Século XXI será comercializado nos formatos Robusto, Corona e Reales (Lonsadale). O formato Robusto estará disponível ao público em duas embalagens: caixas de madeira com 25 unidades e petacas com 5. Já os demais serão vendidos exclusivamente em caixas com 25 charutos.

A Menendez & Amerino é a maior fabricante de charutos do Brasil, com 80% do mercado nacional. Instalada em São Gonçalo dos Campos, a 100 quilômetros de Salvador, a empresa foi fundada em 1977 pelo empresário baiano Mário Amerino Portugal e pela família Menendez, fabricante dos lendários charutos cubanos Montecristo, H. Upmann e Por Larrañaga até 1960 quando Fidel Castro estatizou toda a produção cubana, inclusive a indústria charuteira. Em 2000, a empresa, que gera cerca de dois mil empregos diretos e indiretos, associou-se ao grupo Multi, especialista na implantação de revolucionários sistemas de distribuição, vendas, comunicação e marketing.

Em 2002, a Menendez & Amerino atingiu um faturamento de R$ 9 Milhões, produzindo 3 Milhões de charutos e 6 Milhões de cigarrilhas, volume 40% superior a 2001. Do total produzido, 25% foi destinado ao mercado externo. Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Portugal e Emirados Árabes estão entre os principais consumidores dos produtos da empresa. Para este ano estão projetados investimentos de R$ 1,6 Milhão, que serão utilizados no desenvolvimento de produtos, como o Aquarius Século XXI e abertura de novos mercados.

Os charutos da Menendez & Amerino são totalmente artesanais, do plantio á fabricação das embalagens de madeira, a empresa controla todos os estágios de produção. O sistema de cultivo de fumos em folhas e capas é feito através de parcerias com municípios e com agricultores que produzem com exclusividade para a empresa, que fornece assistência técnica, insumos e tecnologia para seus parceiros.

A linha de produtos da empresa é composta pelos charutos Alonso Menendez, Dona Flor e o mais recente lançamento, Aquarius Século XXI, além das cigarrilhas Gabriela e St. James.

 

Dona Flor

O Dona Flor foi inspirado na principal personagem do livro "Dona Flor e seus Dois Maridos", uma homenagem do presidente da Menendez Amerino & Cia ao amigo e escritor baiano Jorge Amado.

Dona Flor pertence a linha de Charutos Premium, feito a mão de pura folha de fumo; é fruto de uma rigorosa seleção de fumos procedentes do Recôncavo Baiano, resultando um produto de excepcional qualidade com caráter aromático muito apreciado pelos fumantes europeus.

Dona Flor Petit Corona

O novo produto é menor e possibilita uma degustação mais rápida que a dos charutos tradicionais

A Menendez & Amerino lançou uma nova bitola do já reconhecido Dona Flor. 

O charuto Dona Flor Petit Corona é fabricado em tamanho menor do que os comercializados pela marca. O Dona Flor Petit Corona é voltado para um público que aprecia degustar charuto após as refeições, mas que não tem tempo suficiente para fumar um produto com bitolas tradicionais. A nova opção do Dona Flor é comercializada em embalagens com 25 unidades, nas versões capa-clara e capa-escura. 

A Menendez é pioneira também no lançamento do charuto pirâmide quadrado no país. 

Situada em São Gonçalo dos Campos, a 100 quilômetros de Salvador (BA), a Menendez & Amerino & Cia. Foi fundada em 1977 pelo empresário baiano do ramo fumageiro Mario Amerino da Silva Portugal e pela família Menendez, fabricante dos lendários charutos cubanos Montecristo e H. Upmann até 1960, ano em que Fidel Castro estatizou toda a produção cubana, inclusive a de charutos.

Dona Flor Petit Corona ganha nova embalagem.

O charuto Dona Flor Petit Corona, lançamento recente da Menendez & Amerino, acaba de ganhar nova embalagem. Produzido a partir de uma rigorosa seleção de fumos procedentes do Recôncavo Baiano, é encontrado no mercado nas versões capa-clara e capa-escura. É comercializado em caixas com 25 unidades e agora também em petacas com cinco unidades, que possibilitam ao comprador carregá-las na pasta ou no próprio bolso do paletó, dispensando acessórios. A Menendez & Amerino é a maior fabricante de charutos do país. A empresa diz ter fechado 2002 com produção de 3 milhões de charutos e 6 milhões de cigarrilhas, volume 40% superior ao ano anterior. Para 2003, a expectativa é de produzir 4 milhões de charutos e 12 milhões de cigarrilhas, alcançando um faturamento de R$ 15 milhões. A Menendez & Amerino emprega cerca de 300 pessoas, incluindo o beneficiamento do fumo e a produção de charutos, e gera cerca de 1.500 empregos indiretos na agricultura.

 

Gabriela

Batizada com o nome que homenageia a personagem do escritor Jorge Amado, ela é produzida com fumos selecionados, o que lhe confere um blend especial. Além disso, é a única no mercado que vem embalada individualmente em papel celofane. Meio termo entre os cigarros e os charutos, as cigarrilhas vêm ganhando cada vez mais espaço entre os apreciadores que desejam parar de fumar cigarros ou não estão dispostos a pagar os altos preços dos bons charutos, tornando-se o segmento da indústria de fumo que mais cresce atualmente.

As cigarrilhas Gabriela são comercializadas em caixas com 50 unidades nas versões original e sabor chocolate, esta última desenvolvida para atender um mercado que torna-se cada vez mais importante: o feminino.

 

 

 
   
 

Confira as notas, medidas, comentários...


Charutos Alonso Menendez


Charutos Dona flor


Charutos Aquarius


Charutos Menendez


Charutos Gabriela